terça-feira, 23 de janeiro de 2018

"UFC Duelo de Brasileiras"

"Cyborg diz que aceitou luta contra Amanda Nunes para dia 7 de julho, em Las Vegas"

-UFC, contudo, ainda não confirma duelo. Campeã peso-pena espera acordo para enfrentar campeã peso-galo-


Cyborg diz que aceitou luta contra Amanda Nunes para dia 7 de julho, em Las Vegas

A superluta entre Amanda Nunes e Cris Cyborg está a cada dia mais próxima de ser confirmada. Na madrugada desta terça-feira, a curitibana campeã dos pesos-penas (até 65,8kg) do UFC afirmou nas redes sociais que aceitou o desafio para o UFC 226, evento da tradicional Semana Internacional de Lutas em Las Vegas, marcado para o dia 7 de julho. Nem o Ultimate, nem Amanda confirmaram o acerto ou a data.

Resultado de imagem para amanda e cyborg

"Eu concordei em lutar contra @amanda_leoa 7 de julho em Las Vegas como parte de #UFC226 e #InternationalFightWeek. Agpra estou aguardando que meu manager trabalhe com o @ufc em um acordo para que possamos fazer o #CyborgVNunes #TheSuperFight oficial", escreveu Cyborg em post nas redes sociais, com uma montagem em que as duas lutadoras apareciam frente a frente.
Segundo apurou o Combate.com, a intenção do Ultimate é que a superluta aconteça no UFC 224, dia 26 de maio, no Rio de Janeiro. Se o confronto for movido para o UFC 226 em julho, não há uma luta que seja clara candidata a substituí-la como evento principal no Rio.

Fonte>>>sportv.globo.com

"Curiosidades"

Por que piscamos?


Piscar é uma forma de proteger e lubrificar os olhos. O corpo produz uma lágrima lubrificante e as pálpebras abrem e fecham de 15 a 20 vezes por minuto para espalhar esse líquido por toda a região ocular. Normalmente, piscar é um ato involuntário e serve como reflexo para proteger a córnea de sujeiras e agentes externos, como poeira ou fumaça.

Foto: Getty Images
Fonte>>>terra.com.br

"Febre Amarela"

"Vacinas contra febre amarela estão disponíveis no Centro de Saúde em Quissamã, no RJ"

-Cerca de 90% da população foi vacinada na cidade desde o ano passado. Nenhum caso da doença foi registrado no município-


Vacinação se mantém no Centro de Saúde, sempre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h (Foto: Divulgação/Prefeitura de Campos)
Vacinação se mantém no Centro de Saúde, sempre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h (Foto: Divulgação/Prefeitura de Campos)
Cerca de 90% da população foi vacinada contra a febre amarela em Quissamã, no Norte Fluminense, desde o ano passado, de acordo com dados da Secretaria de Saúde, e ainda há vacinas disponíveis no município.
Segundo a secretaria, a vacinação se mantém no Centro de Saúde, sempre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Nenhum caso da doença foi registrado na cidade.
“Vale ressaltar que já vacinamos 90% da população, o que não significa que os outros 10% não estão imunizados. Isso porque muitas pessoas foram vacinadas no passado, outras procuraram o serviço em municípios diferentes e, o restante é quem realmente ainda não foi atendido. E para esta demanda temos doses suficientes. O ideal é que os interessados apresentem o cartão de vacina”, destacou a coordenadora de Ações Programáticas, Natália Villaça.
Neste ano,foram registrado 13 casos da doença no estado do Rio, sendo cinco óbitos. Foram sete casos em Valença, três em Teresópolis, um em Nova Friburgo, um em Petrópolis e um em Miguel Pereira.
Para esclarecer algumas questões, o G1 consultou a Fiocruz, o Ministério da Saúde e especialistas.
A dose é contraindicada para gestantes, mulheres que estão amamentando, crianças até seis meses e pessoas com mais de 60 anos. Idosos, devem apresentar autorização médica. Segundo os estudos mais recentes, uma única dose é suficiente para a proteção pelo resto da vida.

Entenda como ocorre a infecção e quais são os sintomas da febre amarela (Foto: Alexandre Mauro/Editoria de Arte G1)
Entenda como ocorre a infecção e quais são os sintomas da febre amarela (Foto: Alexandre Mauro/Editoria de Arte G1)

Fonte>>>g1.globo.com

"projeto Tamar"

"Soltura de filhotes de tartarugas marinhas desperta consciência ambiental na praia do Farol, em Campos, no RJ"

-Ação ocorreu no último sábado (20), e a próxima será na sexta-feira (26)-


Desde o início da atual temporada reprodutiva, o programa registrou o nascimento de cerca de 11 mil filhotes (Foto: Rogério Azevedo/Prefeitura de Campos)
Desde o início da atual temporada reprodutiva, o programa registrou o nascimento de cerca de 11 mil filhotes (Foto: Rogério Azevedo/Prefeitura de Campos)

A terceira soltura de filhotes de tartarugas marinhas da espécie caretta-caretta na praia do Farol de São Thomé, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, ocorreu no último sábado (20). A proposta do projeto é conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental.
Nas duas últimas semanas, o Porto do Açu, o Projeto Tamar e a Prefeitura de Campos programaram novas datas para a atividade junto ao público. Todas as solturas ocorrem em frente ao estande da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Ambiental. A próxima será na sexta-feira (26), às 17h.
Durante as solturas, o Porto do Açu apresenta à população o Programa de Monitoramento de Tartarugas Marinhas, realizado pelo empreendimento desde 2008. Diariamente, técnicos percorrem 62 km de praia, registrando qualquer ocorrência relativa às tartarugas. O monitoramento abrange desde o Pontal de Atafona, em São João da Barra, até Barra do Furado, entre Campos e Quissamã.

Durante o período reprodutivo, que vai de setembro a março, a equipe localiza, identifica e acompanha os ninhos de tartarugas até o nascimento dos filhotes (Foto: Rogério Azevedo/Prefeitura de Campos)
Durante o período reprodutivo, que vai de setembro a março, a equipe localiza, identifica e acompanha os ninhos de tartarugas até o nascimento dos filhotes (Foto: Rogério Azevedo/Prefeitura de Campos)

Durante o período reprodutivo, que vai de setembro a março, a equipe localiza, identifica e acompanha os ninhos de tartarugas até o nascimento dos filhotes.
Para o coordenador de Meio Ambiente do Porto do Açu, Daniel Nascimento, mostrar a rotina do Programa à comunidade é fundamental para o trabalho de conscientização surtir efeito.
"O período de desovas de tartarugas é justamente no verão, quando as praias ficam repletas de banhistas. Por isso, estamos muito satisfeitos em poder nos aproximar da população e, com isso, levar informação e conhecimento. A ideia é estimular a todos para que contribuam com a preservação ambiental”, afirmou.
Desde o início da atual temporada reprodutiva, o programa registrou o nascimento de cerca de 11 mil filhotes. Na temporada passada, o número total de filhotes chegou a 87 mil.

Diariamente, técnicos percorrem 62 km de praia, registrando qualquer ocorrência relativa às tartarugas (Foto: Rogério Azevedo/Prefeitura de Campos)
Diariamente, técnicos percorrem 62 km de praia, registrando qualquer ocorrência relativa às tartarugas (Foto: Rogério Azevedo/Prefeitura de Campos)

Fonte>>>g1.globo.com

"Acidente Aério"

"Globocop cai na orla da Zona Sul do Recife"

-Acidente aconteceu na Praia do Pina, na manhã desta terça-feira (23). Duas pessoas morreram e uma foi encaminhada para o Hospital da Restauração-


Bombeiros estão na área fazendo o resgate na Zona Sul do Recife (Foto: Wagner Sarmento/ TV Globo)
Bombeiros estão na área fazendo o resgate na Zona Sul do Recife (Foto: Wagner Sarmento/ TV Globo)

O Globocop da Globo Nordeste caiu, na manhã desta terça-feira (23), na Praia do Pina, na Zona Sul do Recife. O acidente com o helicóptero ocorreu por volta das 6h15. De acordo com informações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), três pessoas estavam na aeronave. Duas delas morreram e uma foi encaminhada para o Hospital da Restauração (HR), na área central capital.
Os ocupantes eram funcionários da empresa que presta serviços para a TV Globo. O acidente aconteceu logo depois que o helicóptero fez as imagens da abertura do jornal Bom Dia Pernambuco, nesta terça-feira. A aeronave foi revisada na semana passada e já tinha feito vários voos normais desde então.
O helicóptero era pilotado pelo comandante Daniel Galvão. Também estavam a bordo o operador de transmissão Miguel Brendo e a sargento Lia, supervisora da empresa proprietária do Globocop. A aeronave pertencia à Helisae e prestava serviços para a Globo há mais de 15 anos.
Chovia no Recife quando ocorreu o acidente. Bombeiros foram acionados para fazer o resgate e usam motos aquáticas para localizar o helicóptero. Segundo informações de testemunhas, haveria um quarto tripulante. A corporação tenta localizar a vítima.

Imagem captada pelo Globocop antes da queda em Pernambuco na manhã desta terça-feira (23) (Foto: Reprodução/TV Globo)
Imagem captada pelo Globocop antes da queda em Pernambuco na manhã desta terça-feira (23) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fonte>>>g1.globo.com

Lucrafe

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sábado, 20 de janeiro de 2018

"História e Saúde"

"Febre amarela é registrada no Brasil desde o século XVII; fotos mostram luta contra a doença no passado"

-Já se acreditou que a doença surgia por 'geração espontânea'. Medidas como sangria e queima de ervas foram tentadas, mas eram inócuas. Confira o percurso da febre amarela, doença que se confunde com a história do Brasil-


Fila de pessoas esperando para serem vacinadas contra a febre amarela em 1938    (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)
Fila de pessoas esperando para serem vacinadas contra a febre amarela em 1938 (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)

As filas, os casos e as mortes por febre amarela estão longe de ser um problema dos dias atuais. O Brasil convive há séculos com a doença: o primeiro caso do qual se tem conhecimento ocorreu em Pernambuco, no ano de 1685, com um surto de 10 anos.
Na mesma década, a doença chegou à Bahia: o número de doentes foi calculado em 25 mil e o de mortos, em 900.
O frei Diego Lopez de Cogolludo foi um dos primeiros a fazer um relato detalhado da doença no Brasil. No trecho abaixo, ele descreve a remissão da doença.

“Na maioria, no terceiro dia, a febre parecia ceder totalmente; diziam que já não sentiam dor alguma, cessava o delírio, conversavam com juízo, porém não podiam comer nem beber coisa alguma, e assim duravam outro ou outros dias e, dizendo que estavam bons, expiravam”.

A primeira necropsia de morte por febre amarela também é do século XVII. Realizada em 1692, em alto mar, ficou registrada a "podridão no fígado" -- em consonância com a hepatite, um dos sintomas graves da doença hoje conhecidos.
O que sabemos hoje sobre a febre amarela -- o seu ciclo urbano, e o silvestre -- e o fato de ela ser transmitida por mosquito também é uma conquista histórica: antigamente, havia um debate sobre se a febre amarela era transmitida entre pessoas e havia intensas campanhas de higienização na tentativa de controlar a transmissão.

Mapa demonstrando a disseminação da febre amarela no sul do Brasil entre 1932 e 1942 (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)
Mapa demonstrando a disseminação da febre amarela no sul do Brasil entre 1932 e 1942 (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)

Também houve quem acreditasse que a doença surgia por "geração espontânea" no Brasil nos navios que chevam aqui. Faziam-se queimadas com ervas para tentar prevenir a doença.
"As casas em que tivesse havido mortos seriam caiadas de nôvo, lançando-se ao mesmo tempo cal virgem pelo chão e água por cima e, à noite, de portas fechadas, queimar-se-iam defumadores, sob pena de multa de dez tostões, dobradas nas reincidências", relata o historiador Odair Franco, em livro sobre a história da febre amarela, em 1969.
Entre os tratamentos, estavam as sangrias, que tinham várias aplicações na época, mas também foram usadas para a febre amarela.
Depois desse primeiro surto no século XVII, a doença ficou "desaparecida por 150 anos, quando fez um retorno em meados de 1850. Foi nessa época, com os estudos do médico Carlos Finlay, que se chegou à constatação de que havia um mosquito no ciclo de transmissão da doença. Mas o percurso não foi fácil até aqui.

“Casa do amarelento Joaquim Custódio da Silva” – Fazenda Salto Alegre, São Paulo  visita de guarda sanitário a casa de doente      (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)
“Casa do amarelento Joaquim Custódio da Silva” – Fazenda Salto Alegre, São Paulo visita de guarda sanitário a casa de doente (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz

Procedimento de sangria humana (Manual de Vacina Anti-Amarílica)  , em foto sem data (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)
Procedimento de sangria humana (Manual de Vacina Anti-Amarílica) , em foto sem data (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)

A descoberta de que o mosquito fazia parte da transmissão
Um relatório foi apresentado em Congresso Pan-Americano em Cuba, no final do século XIX, em que foi divulgado que o pernilongo do gênero culex seria um dos vetores e que "a propagação da febre amarela pode ser eficazmente reduzida pelos meios destinados à destruição do mosquito e à proteção dos enfermos contra a picada deste".
Em 1901, o famoso médico brasileiro Emílio Ribas, então Diretor do Serviço Sanitário, escreveu o primeiro trabalho sobre o assunto no Brasil: ''O mosquito considerado como agente da propagação da febre-amarela" descrevia, ainda, ser preciso "evitar águas estagnadas".
Também o bacterologista Oswaldo Cruz, que hoje dà nome à instituição que produz vacina da febre amarela e produz estudos importantes sobre doenças, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), colocou em curso importantes ações para a prevenção da doença.
Dentre o combate ao vetor causador, as ações incluíam, ainda, multas a propriedades "insalubres" , com indicações para demolições ou reforma.

Fotografia dos
Fotografia dos "mata-mosquitos paulistas” (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)

O macaco no ciclo de transmissão
Em 1927, na África Ocidental Francesa, pesquisadores da Fundação Rockefeller provaram que o Macacus rhesus é suscetível à febre-amarela. Com isso, chegaram à hipótese de que a infecção foi transmitida do homem ao macaco e do macaco ao homem por meio da picada de mosquitos alimentados em animais ou humanos doentes.
Durante muito tempo, a febre amarela era considerada uma doença urbana. A primeira forma silvestre foi identificada em 1898, no interior de São Paulo, por Adolpho Lutz.
Nos anos 30, essa forma da doença apareceu na Bahia, Amazonas, Pará, Mato Grosso e depois em Goiás, Minas Gerais e em São Paulo. E 1938, ficou demonstrado que os mosquitos silvestres Haemagogus e o Aedes leucocelaenus também eram vetores.

Brigada de combate ao mosquito, do Serviço de Profilaxia da Febre Amarela, em 1905  (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)
Brigada de combate ao mosquito, do Serviço de Profilaxia da Febre Amarela, em 1905 (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)

A chegada da vacina
A primeira tentativa de vacina foi feita com a Fundação Rockefeller nos anos 1920, no Equador. O bacteriologista japonês Hideyo Noguchi fez o imunizante com base de que a doença fosse causada por uma bactéria. Os estudos não vingaram, entretanto.
Mais tarde, cientistas do Instituto Pasteur desenvolveram uma vacina conjunta para imunizar contra a febre amarela e varíola, mas efeitos colaterais eram um problema para o uso expandido.
A fundação Rockfeller também testou versões do vírus atenuada, mas que dependiam de soro humano, não disponível. Só em 1937 uma mutação em uma das cepas possibilitou a produção de um vírus atenuado. Em testes no Brasil, estima-se que um milhão de pessoas foram vacinadas até 1939, sem complicações.

Produção da vacina contra febre amarela na primeira metade do século XX ; ovos são usados ainda hoje na fabricação de imunizantes (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)
Produção da vacina contra febre amarela na primeira metade do século XX ; ovos são usados ainda hoje na fabricação de imunizantes (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)

Também foi com o dinheiro de Rockefeller que, na década de 1940, montou-se o laboratório para fabricar a vacina contra febre amarela. É o laboratório de Biomanguinhos, na Fiocruz, que produz a vacina até hoje.
Com a chegada da vacina, o último ciclo urbano da doença ocorreu em 1942, com o Brasil enfrentando alguns surtos de febre amarela silvestre desde então. Segundo o Ministério da Saúde, no período de 1980 a 2004, foram confirmados 662 casos de febre amarela silvestre, com ocorrência de 339 óbitos, representando uma taxa de letalidade de 51% no período.
Com a chegada do Aedes Aegypti em áreas urbanas nos anos 1970, campanhas constantes de imunização e ações para conter a transmissão têm sido realizadas para que o período mais sombrio da febre amarela, com mais óbitos, não retorno.

Imagens da produção da vacina contra febre amarela na primeira metade do século XX ; ovos fecundados são usados ainda hoje no processo de fabricação de imunizantes (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)
Imagens da produção da vacina contra febre amarela na primeira metade do século XX ; ovos fecundados são usados ainda hoje no processo de fabricação de imunizantes (Foto: Acervo Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)

As informações são da Fiocruz, Ministério da Saúde, Departamento de Educação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), "História da Febre Amarela no Brasil", obra do Dr. Odair Franco, de 1969; e "Febre Amarela: a doença e a vacina, uma história inacabada", obra com coordenação do historiador Jaime Larry Benchimol (Editora Fiocruz). As imagens foram cedidas pelo Acervo Casa de Oswaldo Cruz.
Fonte>>>g1.globo.com

"Luta pela educação"

"Indiano abre estrada de 8 km a picareta para os filhos poderem ir e voltar da escola"

-Vendedor de hortaliças passou dois anos removendo rochas para construir caminho; governo promete recompensá-lo e concluir a obra-

Nayak trabalhava cerca de oito horas por dia para fazer a estrada (Foto: Simanchal Pattnaik)
Nayak trabalhava cerca de oito horas por dia para fazer a estrada (Foto: Simanchal Pattnaik)

Durante dois anos, Jalandhar Nayak, de 45 anos, usou uma enxada e uma picareta para construir sozinho uma estrada de 8 km em um vilarejo remoto do Estado de Orissa, na Índia.
O vendedor de hortaliças trabalhava cerca de oito horas por dia para remover as pedras e abrir o caminho, com o objetivo de reduzir o tempo gasto pelos filhos para ir e voltar da escola, localizada a 15 km.
As três crianças costumavam levar três horas em cada sentido do trajeto em terreno montanhoso.
"Meus filhos tinham dificuldade de andar pelo caminho estreito e cheio de pedras", disse Nayak ao jornal local News World Odisha.
"Com frequência eu os via tropeçando nas pedras. Decidi então esculpir uma estrada que passasse pela montanha, para que eles pudessem caminhar com mais facilidade."
Ainda faltam 7 km de estrada para Nayak concluir sua empreitada. Mas a entrevista à imprensa local chamou a atenção das autoridades indianas, que prometeram construir o restante do trajeto e recompensar o vendedor pelo trabalho já realizado.
A notícia deixou Nayak "muito feliz" - ele aproveitou para pedir eletricidade e água potável para seu vilarejo. Segundo a imprensa indiana, apenas a família de Nayak vive na região - abandonada por outros moradores justamente por falta de infraestrutura.
O esforço do vendedor despertou admiração da população:
"Fiquei impressionado ao ver que ele foi extremamente cuidadoso (na construção) e se assegurou de que nenhuma árvore fosse derrubada para construir sua estrada", afirmou Sibashakti Biswal, primeiro repórter a entrevistar Nayak.
A imprensa tem comparado Nayak a Dasharath Manjhi, conhecido como "homem da montanha de Bihar", que passou 22 anos (de 1960 a 1982) construindo, por conta própria, uma estrada que atravessava montanhas e conectava sua aldeia à cidade mais próxima. O objetivo era evitar que sua mulher se ferisse no trajeto, até então perigoso.
Ele morreu em 2007 e teve um funeral com honras de chefe de Estado.
Fonte>>>g1.globo.com

"Acidente"



"Motociclista morre e carona fica ferido em acidente envolvendo viatura da PM em Campos, no RJ"

-Colisão aconteceu na noite desta sexta-feira (19) no bairro da Penha-



O piloto de uma moto morreu e o carona ficou ferido em um acidente envolvendo uma viatura da Polícia Militar na noite desta sexta-feira (19) no bairro da Penha, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.
De acordo com a PM, após o choque contra a moto, a viatura ainda bateu no muro de uma casa. O policial que estava no veículo ficou levemente ferido.
G1 questionou a corporação sobre a dinâmica e as possíveis causas do acidente, e aguarda as informações. O motociclista morto tinha 26 anos.
O jovem de 24 anos que ficou ferido foi encaminhado para o Hospital Ferreira Machado (HFM). A equipe de reportagem da Inter TV tentou contato com a Prefeitura de Campos para saber o estado de saúde dele, já que a assessoria de comunicação do HFM funciona de segunda à sexta, e aguarda o retorno.
O caso foi registrado na 134ª Delegacia de Polícia.
Fonte>>>g1.globo.com

"Dicas de saúde"

"8 dicas para tirar a pressão arterial em casa corretamente"


Ter um aparelho para medir a pressão arterial em casa não significa que se possa fazer isso de qualquer forma, sem que sejam seguidas uma série de recomendações para que os resultados sejam fidedignos
 8 dicas para tirar a pressão arterial em casa corretamente

Hoje em dia é muito importante ter um medidor de pressão em casa. Muitas pessoas medem sua pressão arterial em casa como mecanismo de prevenção de ataques cardíacos e isquemias.
Os próprios médicos recomendam nos casos em que há problemas de hipertensão.
No entanto, alguns pacientes costumam converter uma simples medida de precaução em muita preocupação e falsos alarmes.
Isso pode provocar uma alta demanda de serviços de saúde devido a medições incorretas.
Por isso, aqui damos 8 dicas para medir corretamente a pressão arterial em casa. Leia com calma e preste atenção aos sinais.

>Mantenha uma postura corporal correta para tirar a pressão arterial corretamente<

Há pessoas que simplesmente deitam na cama, colocam o medidor e começam a bombear sem se importar com a postura. Para dizer a verdade, essa não é uma forma apropriada de fazer o autoexame.
  • A postura correta é com o paciente sentado de forma ereta e com os pés firmes no chão.
  • É importante que a coluna fique encostada em um apoio ou superfície similar.

>A posição dos braços é fundamental<


Pessoa tirando a pressão arterial em casa
Uma simples mudança na altura da mão ou do braço pode alterar os resultados quando medimos a pressão arterial em casa.
Se fizermos força com a mão também estaremos gerando outro fator que altera o resultado.

  • Por isso, os médicos sugerem que o braço esteja apoiado totalmente em uma mesa ou superfície plana.
  • Ele deve permanecer imóvel e estar disposto de forma cômoda para o paciente.                                                          

    >Zero movimentos durante o exame<

    Há pessoas que banalizaram tanto essa prática em seu ambiente doméstico que costumam falar e agitar os braços enquanto medem a pressão.
    • É evidente que qualquer expressão altissonante ou pensamento de preocupação podem alterar nossa pressão durante breves momentos.
    • Por isso, se quisermos ter um resultado fidedigno, o correto é não nos movermos enquanto fazemos o autoexame.

    >Cuidado com o que você consome meia hora antes<

  • Não se deve consumir álcool antes de tirar a pressão arterial
  • Produtos como o álcool ou as bebidas com gás tendem a subir nossa pressão arterial de forma quase automática. O mesmo ocorre quando fumamos um cigarro.
    Por isso, o lógico é evitar esse tipo de produtos antes de durante a medição.
    • Se bebermos refrigerante, devemos esperar uma hora para fazer a medição.
    • Do contrário, poderíamos ter valores errados e isso provocaria maior preocupação sem nenhuma necessidade.
    • Fonte>>>melhorcomsaude.com